C'est la vie...
"Dicebant mihi sodades, si sepulchrum amicae vistarem, curas aliquantulum fore levatas."
(Diziam-me os amigos que, se eu visitasse o túmulo da amiga, minhas preocupações seriam suavizadas.)

Eu sei que tenho sido uma péssima blogueira, isso aqui está quase às moscas, mas fazer o que... se vocês soubessem como eu ando a mil!! E para completar, descobri agora, descobri que o Blogger está ocultando várias mensagens na página inicial. E que exclui também algumas.
Assiti 'Olga'! A história é fascinante, preciso dizer que o filme é maravilhoso?
Bem, hoje tivemos a malfadada Festa do Folclore no colégio. Desfilei de Marilyn, como já tinha dito anteriormente, com o vestido vermelho, maquiagem pesada, salto alto (sandália dourada), fiquei muito femme fatale, e isso não é muito do meu estilo. Tudo bem, gosto e uso tudo o que mencionei, mas não nessas circunstâncias. Foram tiradas várias fotos, talvez, quem sabe, eu publique alguma aqui.
Não estou nem um pouco à vontade para falar de minha vida, ou de como as coisas andam, mas creio que eu deva desabafar. É impressionante, como as pessoas me magoam e eu as magôo, sem percebermos...! Principalmente as que me amam e quem eu amo, é tudo muito corrosivo. Parece que nós estamos passando por uma fase complicada intimamente, não é verdade? Eu não ando muito bem, na verdade, e as pessoas que me cercam também não. Mas ao invés de nos abrirmos, não, ficamos de cara amarrada, impacientes, melancólicos, nesse jogo de empurra. Comigo, por exemplo, o antigo fantasminha andou me procurando, chorou, me disse coisas que machucam muito, coisas essas em certo ponto verdadeiras, que estão me fazendo sofrer muito por dentro. E o pior, eu sofro sozinha, já que não me abri com ninguém sobre o assunto. Eu sei que, desabafando, eu voltaria ao passado, assim como me livraria do peso dele. Mas eu me sinto incapaz de fazê-lo!
Quanto ao meu estranho escrito no sobretítulo deste post, sei que a minoria de vocês, ou talvez ninguém, entenderá o que eu quis dize com isso. Mas eu entendo, e minha mensagem foi transmitida.
É só.
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Embuída ainda do espírito 'marilynana', posto esta bio sobre a diva de Hollywood. Deleitem-se.
Marilyn Monroe
"O filme se chama 'Os Homens Preferem as Loiras'. E eu sou a loira."
Marilyn nasceu no Hospital Geral do Condado de Los Angeles.
Como sua mãe era muito doente, ela foi enviada para um orfanato. Quando tinha quinze anos, já havia morado com onze famílias diferentes.
Pouco depois de completar 16 anos,Marilyn casou-se com James Dougherty no dia 19 de junho de 1942. Quando Jim foi chamado para o serviço militar, Marilyn foi procurar trabalho.
Foi na fábrica Radio Plane,onde montava hélices, que o fotógrafo profissional David Conover descobriu Marilyn, que na época ainda se chamava Norma Jean Dougherty.
Ela procurou a Blue Book Modeling and Studio Agency onde conheceu Emmeline Snively,que lhe disse que se ela pretendia ser atriz em Hollywood,deveria voltar a ser solteira.Também foi ela que sugeriu a Marilyn trocar a cor dos cabelos de castanhos para loiro platinado.
Como sua mãe era muito doente, ela foi enviada para um orfanato. Quando tinha quinze anos, já havia morado com onze famílias diferentes.
Pouco depois de completar 16 anos,Marilyn casou-se com James Dougherty no dia 19 de junho de 1942. Quando Jim foi chamado para o serviço militar, Marilyn foi procurar trabalho.
Foi na fábrica Radio Plane,onde montava hélices, que o fotógrafo profissional David Conover descobriu Marilyn, que na época ainda se chamava Norma Jean Dougherty.
Ela procurou a Blue Book Modeling and Studio Agency onde conheceu Emmeline Snively,que lhe disse que se ela pretendia ser atriz em Hollywood,deveria voltar a ser solteira.Também foi ela que sugeriu a Marilyn trocar a cor dos cabelos de castanhos para loiro platinado.
Marilyn foi chamada pelo chefe da agência de novos talentos da Fox,Ben Lyon. Foi ele quem escolheu o nome Marilyn e ela escolheu Monroe, que era o sobrenome de sua avó.
Sua estréia foi em Tormentas de Ódio. Depois apareceu em Idades Perigosas mas não obteve mais nenhum papel e seu contrato foi rescindido.
Contratada pela Columbia por seis meses, foi dispensada depois de Mentira Salvadora.Seu agente,Harry Lipton conseguiu-lhe um papel em Loucos de Amor, dos irmãos Marx.
Novamente ficou sem emprego, o que fez com que aceitasse posar para o ensaio fotográfico que ficou famoso,a foto nua sobre o fundo vermelho. Pelo trabalho, recebeu 50 dólares.
Sua aparição no filme dos irmãos Marx impressionou um dos poderosos agentes de Hollywood, Johnny Hyde, que arranjou o teste para o papel da amante de Louis Calhern em O Segredo das Jóias. O resultado foi a assinatura de um novo contrato de sete anos com a Fox.
Conseguiu outro papel em A Malvada e enquanto filmava Almas Desesperadas, o estúdio descobriu a foto do calendário.Quando Marilyn revelou que havia feito o trabalho por necessidade de dinheiro, o público ficou comovido pelo passado trágico da atriz, em vez de condená-la publicamente.
Em seguida, trabalhou em Torrentes de Paixão , Como Agarrar um Milionário e Os Homens preferem as Loiras, que tem o número clássico de Marilyn com o vestido cor-de-rosa cantando que os diamantes são os melhores amigos de uma garota.
Em 1952 ,Marilyn conheceu o ex-jogador de beisebol Joe DiMaggio e dois anos depois se casou com ele, mas o conflito entre a vida caseira e a carreira chegou ao limite durante as filmagens de O Pecado mora ao Lado.
A cena em que o vento levanta a sua saia foi o limite para o ciumento DiMaggio e o casamento acabou.Marilyn tinha prestígio de estrela, mas não era levada a sério como atriz e estava irritada com os pápeis de "loira burra"que recebia. Ela partiu para Nova York ,onde virou aluna do Actors Studio, mas o método de Lee Strasberg que envolvia a análise do interior do ator foi nocivo para ela, só aumentando suas inseguranças pessoais.
O romance com Arthur Miller, autor de Morte do Caixeiro Viajante e As Bruxas de Salém, levou ao casamento em 1956. Através da sua companhia,a Marilyn Monroe Productions, fez O Príncipe e a Corista, dirigido e protagonizado por Laurence Olivier.
O filme não foi um sucesso e Marilyn retornou a Los Angeles e fez aquele que é considerado seu melhor trabalho, Quanto mais Quente Melhor, com Jack Lemmon e Tony Curtis.
Nos bastidores de Adorável Pecadora, ela conheceu o galã francês Yves Montand, eles tiveram um romance passageiro que o ator definiu como "uma atração infantil de Marilyn".
Durante a filmagem de Os Desajustados, o casamento com Miller terminou. Ele adaptara sua peça especialmente para ela, que contracenou com seu ídolo de infância Clark Gable. Mas Marilyn estava em sua pior fase, com atrasos constantes e dependente de soníferos e álcool.
Para piorar, depois do término das filmagens Gable faleceu e a imprensa a acusou de ser responsável pelo enfarte do ator.
Ela teve um colapso nervoso e internou-se numa clínica.Ligou para Joe DiMaggio que a levou para um hospital e aparentemente recuperada, comprou uma casa em Brentwood,um bairro de Hollywood.
Era 1962, e ela havia recuperado sua boa forma,começando a trabalhar em Something's Gotta Give.Mas enfureceu os produtores quando entregou uma licença médica justificando sua ausência nas filmagens enquanto estava no Madison Square Garden, cantando o Parabéns pra você para o presidente John Kennedy.Aliado aos seus atrasos e dificuldade de lembras suas falas, ela foi demitida e o filme interrompido.
Seu envolvimento com John Kennedy começou depois que eles foram apresentados por Peter Lawford, casado com a irmã do presidente, Pat. Famoso mulherengo, John dispensou Marilyn e enviou o irmão Bobby para acalmá-la, que também teve um romance com ela. Como ele também era casado,logo terminou seu caso com ela, que ficou desesperada.
Marilyn foi encontrada pela secretária Eunice Murray,estava na cama, de bruços, com o fone fora do gancho nas mãos. A dose letal de nembutal que teria tomado foi dada como causa da morte. Até hoje existem dúvidas se foi acidente ou assassinato, motivado por suas ligações com os Kennedy.
Quem cuidou do enterro foi Joe DiMaggio, que foi seu amigo até o fim.Mandou que depositassem rosas vermelhas no túmulo de Marilyn três vezes por semana, para sempre...
Sua estréia foi em Tormentas de Ódio. Depois apareceu em Idades Perigosas mas não obteve mais nenhum papel e seu contrato foi rescindido.
Contratada pela Columbia por seis meses, foi dispensada depois de Mentira Salvadora.Seu agente,Harry Lipton conseguiu-lhe um papel em Loucos de Amor, dos irmãos Marx.
Novamente ficou sem emprego, o que fez com que aceitasse posar para o ensaio fotográfico que ficou famoso,a foto nua sobre o fundo vermelho. Pelo trabalho, recebeu 50 dólares.
Sua aparição no filme dos irmãos Marx impressionou um dos poderosos agentes de Hollywood, Johnny Hyde, que arranjou o teste para o papel da amante de Louis Calhern em O Segredo das Jóias. O resultado foi a assinatura de um novo contrato de sete anos com a Fox.
Conseguiu outro papel em A Malvada e enquanto filmava Almas Desesperadas, o estúdio descobriu a foto do calendário.Quando Marilyn revelou que havia feito o trabalho por necessidade de dinheiro, o público ficou comovido pelo passado trágico da atriz, em vez de condená-la publicamente.
Em seguida, trabalhou em Torrentes de Paixão , Como Agarrar um Milionário e Os Homens preferem as Loiras, que tem o número clássico de Marilyn com o vestido cor-de-rosa cantando que os diamantes são os melhores amigos de uma garota.
Em 1952 ,Marilyn conheceu o ex-jogador de beisebol Joe DiMaggio e dois anos depois se casou com ele, mas o conflito entre a vida caseira e a carreira chegou ao limite durante as filmagens de O Pecado mora ao Lado.
A cena em que o vento levanta a sua saia foi o limite para o ciumento DiMaggio e o casamento acabou.Marilyn tinha prestígio de estrela, mas não era levada a sério como atriz e estava irritada com os pápeis de "loira burra"que recebia. Ela partiu para Nova York ,onde virou aluna do Actors Studio, mas o método de Lee Strasberg que envolvia a análise do interior do ator foi nocivo para ela, só aumentando suas inseguranças pessoais.
O romance com Arthur Miller, autor de Morte do Caixeiro Viajante e As Bruxas de Salém, levou ao casamento em 1956. Através da sua companhia,a Marilyn Monroe Productions, fez O Príncipe e a Corista, dirigido e protagonizado por Laurence Olivier.
O filme não foi um sucesso e Marilyn retornou a Los Angeles e fez aquele que é considerado seu melhor trabalho, Quanto mais Quente Melhor, com Jack Lemmon e Tony Curtis.
Nos bastidores de Adorável Pecadora, ela conheceu o galã francês Yves Montand, eles tiveram um romance passageiro que o ator definiu como "uma atração infantil de Marilyn".
Durante a filmagem de Os Desajustados, o casamento com Miller terminou. Ele adaptara sua peça especialmente para ela, que contracenou com seu ídolo de infância Clark Gable. Mas Marilyn estava em sua pior fase, com atrasos constantes e dependente de soníferos e álcool.
Para piorar, depois do término das filmagens Gable faleceu e a imprensa a acusou de ser responsável pelo enfarte do ator.
Ela teve um colapso nervoso e internou-se numa clínica.Ligou para Joe DiMaggio que a levou para um hospital e aparentemente recuperada, comprou uma casa em Brentwood,um bairro de Hollywood.
Era 1962, e ela havia recuperado sua boa forma,começando a trabalhar em Something's Gotta Give.Mas enfureceu os produtores quando entregou uma licença médica justificando sua ausência nas filmagens enquanto estava no Madison Square Garden, cantando o Parabéns pra você para o presidente John Kennedy.Aliado aos seus atrasos e dificuldade de lembras suas falas, ela foi demitida e o filme interrompido.
Seu envolvimento com John Kennedy começou depois que eles foram apresentados por Peter Lawford, casado com a irmã do presidente, Pat. Famoso mulherengo, John dispensou Marilyn e enviou o irmão Bobby para acalmá-la, que também teve um romance com ela. Como ele também era casado,logo terminou seu caso com ela, que ficou desesperada.
Marilyn foi encontrada pela secretária Eunice Murray,estava na cama, de bruços, com o fone fora do gancho nas mãos. A dose letal de nembutal que teria tomado foi dada como causa da morte. Até hoje existem dúvidas se foi acidente ou assassinato, motivado por suas ligações com os Kennedy.
Quem cuidou do enterro foi Joe DiMaggio, que foi seu amigo até o fim.Mandou que depositassem rosas vermelhas no túmulo de Marilyn três vezes por semana, para sempre...
Fonte: Revista Set / Marilyn by Sidney Skolsky


